Era uma vez… assim começavam as histórias. Sem preocupação de realidade, ética ou estética, esses contos, onde se assistia à intervenção do maravilhoso e à recriação de mundos dominados por outras leis que não as do mundo que conhecemos, eram transmitidos oralmente através de gerações. O “fundo” era único, simples, fluido, mas as palavras eram do contador, sem que se perdesse o essencial da história. Eram contos maravilhosos, contos de fadas, contados e recontados de muitas formas diferentes e exaustivamente analisados pela literatura e pela psicologia.