• Um guia de sobrevivência para quem quiser se aventurar na floresta escura do autoconhecimento, a obra é a antítese da proposta do “livro de autoajuda”. Ao contrário da literatura fácil de promoção do sucesso pessoal, o texto reforça a ideia de que a evolução individual depende de um esforço próprio de transformação da coletividade, cujo ponto de partida é uma imersão profunda no mesmo “eu” que às vezes, sem crítica ou julgamento de valor, também se alimenta do egoísmo, da violência e da raiva. Portanto, a obra não pretende, como tantas outras, te levar ao “Sucesso nos Negócios”, tão pouco vai te ajudar a descobrir “Como Memorizar Tudo”. Você não vai aprender “Técnicas para evitar a procrastinação”, muito menos “Como Explorar o seu Magnetismo Pessoal”. Mas, em contrapartida, ao final da leitura, você pode ter que encarar uma transformação radical na sua percepção da realidade, capaz de te alertar quando estiver correndo “freneticamente para longe de si”. - do prefácio de Victor Mammana.
  • Este livro procura ser um pequeno guia para entender a líder peronista. Os principais membros dos governos Kirchner (2003-2015) tiveram de votar na cadeia, nas Primárias de 9 de agosto de 2019. Cristina e o filho Máximo só estavam soltos porque tinham mandato parlamentar. A filha Florência foi fazer um tratamento de saúde, em Cuba. Todos são acusados de corrupção em processos nem sempre transparentes. Este livro tenta situar a política argentina que, de resto, como mostram essas vicissitudes, não difere muito da brasileira. O autor enfoca, a partir da figura da líder peronista, principal responsável pela derrota eleitoral imposta ao presidente conservador Maurício Macri, naquele dia, as realizações dos 12 anos e meio de governo, quando o país vizinho experimentou raro período de estabilidade e de desenvolvimento com inclusão. Qual a força desta mulher e o alcance do peronismo, movimento heterogêneo de soberania, verdadeira paixão nacional, que há 70 anos vem sobrevivendo a todo tipo de abalos, incluindo sete ditadores militares, uma dezena de ajustes fiscais e choques econômicos, além de uma guerra contra a Inglaterra? Talvez o perfil de CRISTINA KIRCHNER, ex-presidenta e agora candidata a vice de Alberto Fernández, seu ex-chefe de gabinete, noutro intrigante paradoxo, possa jogar alguma luz sobre os rumos de nosso vizinho, que muito nos afetam, diretamente. Francisco das Chagas Leite Filho, (Sobral – Ceará, 1947), jornalista ,blogueiro e assessor politico , reside em Brasília desde 1968. Começou no rádio, em sua cidade, aos 14 anos, e na capital, militou nos principais jornais: Correio Braziliense, Diário Popular, Estado de Minas, Jornal do Brasil, Correio do Povo, O Globo e Folha de S. Paulo. Em 1977-78, atuou como correspondente do Correio, em Londres. No final de 2007, lançou o cafenapolitica.blog.br .É autor de outros  três livros  :“Brizola tinha razão” ,” El Caudillo-Perfil biográfico de Leonel Brizola “ e “ Quem tem medo de Hugo Chavez”, todos pela Editora Aquariana.
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  • SINOPSE: “Prêmio Nelson Seixas de literatura “ da Secretaria da Cultura de São José do Rio Preto, SP Ora reflexões de um eu-lírico criança, ora pensamentos furtivos de alguém que vê o mundo adulto pela fresta da porta, Laura Barbeiro foi colecionando, com o tempo, frases miúdas que traziam uma forte ligação com a infância e com a transição para a vida adulta. Anotava todas em um caderninho, até nomeá-las como “notinhas Dente de leite”. Essa coleção de notinhas foi crescendo, crescendo, e a vontade de um dia ilustrar cada uma delas também. Todo o trabalho artístico presente no livro “Dentes de(leite): Narrativas Visuais” é oriundo de um deleite que a artista apresenta com a escrita, com a infância e com a memória afetiva que nela ainda mergulha. Nela, pensamentos e divagações de um eu-lírico criança, podem ser contemplados através de uma maneira poética e inocente de ver as coisas em um universo adulto, assim como uma criança se sente mais madura, ao perder um dente de leite.
  • Hilma af Klint foi uma mulher à frente do seu tempo. Desde pequenina as cores, a natureza e as estrelas lhe encantavam. Seu talento para a pintura, sua curiosidade sem fim e as perguntas que sempre lhe motivavam a levou a desbravar, como pioneira, o mundo da arte abstrata e o mundo da alquimia da alma. Uma grande aventura, que começou por mares desconhecidos e que culminou em sua aclamada obra hoje já vista por milhões de pessoas.

    Suas pinturas ficaram escondidas durante mais de quarentas anos! Hilma dizia que não havia pintado para sua geração, mas para o futuro! E o futuro chegou! Que a história de Hilma af Klint, não só como pioneira da arte abstrata, mas como uma buscadora incansável do si mesma possa inspirar muitas e muitas crianças no mundo. Que o mapa que Hilma pintou nos sirva de ajuda para navegar pelos nossos próprios oceanos.

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